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Já abriu o paraíso das francesinhas em Oeiras e há para todos os gostos

Surgimos em 2018 com a abertura do Vaccarum Steakhouse, uma casa especializada em carnes maturadas. A francesinha � constitu�da por lingui�a, salsicha fresca, fiambre, carnes frias e bife de vaca ou, em alternativa, lombo de porco assado e fatiado, coberta com queijo (posteriormente derretido). � normalmente guarnecida com um molho � base de tomate, cerveja e piri-piri. Ovos estrelados (no topo da sandu�che) e batatas fritas s�o facultativos. Agora já pode comer francesinhas sem ter de ir ao Porto.

Com lombo de porco ou frango, no I Love Eat Francesinhas pode saborear uma das mais conhecidas especialidades do Porto.

No Regaleira, o molho pode ser servido mais ou menos picante. “Temos uma versão para as crianças, não picante, mas a Francesinha é picante na sua confecção e até pode levar extra-picante. Sendo apreciador de muito picante, só se tem de pedir uma “à Leixões”. Por essa razão, quando os clientes antigos entram neste renovado espaço sentem falta de como era A Regaleira antigamente, mas nem tudo está diferente. A equipa de sala mantém os dois funcionários antigos, que têm já vários anos de casa.

Já abriu o paraíso das francesinhas em Oeiras — e há para todos os gostos

Foi criada em 2013 para “promover um produto que é um dos símbolos mais marcantes da cidade”, lê-se no site do restaurante. A casa foi recentemente alvo de remodelação, tendo-se modernizado sem perder o aparência, por ser um dos mais antigos restaurantes do Porto. Fizeram pouco mais que pinturas no salão principal, os banheiros sofreram uma profunda remodelação e até o letreiro de neon da porta foi restaurado. O Regaleira nasceu em 1935 no edifício da Rua do Bonjardim, onde ainda hoje se encontra, no comando de Abrantes Jorge e Antônio Passos. Abrantes Jorge era um homem com vários hotéis na cidade. Com o seu genro Antônio Passos decidindo abrir um restaurante, não se sabendo quem desafiou quem.

Somos apenas consumidores comuns e não temos qualquer tipo de formação em hotelaria ou gastronómica, para além da mera perspectiva do utilizador. A Irmandade da Francesinha nunca se faz anunciar e as suas visitas são sempre incógnitas. Se algum cliente num restaurante disser ou sugerir que pertence à Irmandade da Francesinha, pedimos por favor que o sirvam bem, como a qualquer outro cliente, mas sabendo que não está a dizer a verdade. As francesinhas da Taberna Londrina distinguem-se ao apresentar um molho mais cremoso, adocicado e nada picante, diferente da receita típica à moda do Porto. Se já é difícil fazer um guia deste prato típico no Porto, imaginem agora tentar descobrir qual é a melhor do globo.

Mas o I Love Eat Francesinhas não tem só esta especialidade. Pode escolher entre os vários pratos de carne ou peixe, como o bitoque de vitela, porco e frango (desde 7€), bife bugio (10€), arroz de polvo (21€ para duas pessoas) e choco frito (12€). A Irmandade da Francesinha faz crónicas de experiências individuais de degustação às Francesinhas servidas por restaurantes, sempre numa perspectiva positiva de dignificar o prato e contribuir para a sua melhoria.

A receita original da francesinha, incluindo o molho secreto, continua a ser servida até hoje. No que toca à francesinha, esta original é um pouco diferente das versões que nos habituámos a ver. Não tem ovo nem batatas fritas, mas há outros detalhes que saltam à vista. Aqui o pão não é pão de forma, é um biju alargado com um formato específico e que continua a ser feito pelos mesmos fornecedores desde o início. Quem espera encontrar bife pode desistir porque a carne é perna de porco assada.

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  • Ah, e o molho, claro, é uma receita especial, deixada pelo próprio inventor desta iguaria.
  • Seja como for, “A Melhor Francesinha do Mundo” é uma marca registada do Lado B Café.
  • Muitas são as receitas e as formas de fazer Francesinhas, desde a qualidade das “carnes” as bebidas alcoólicas obrigatórias no molho alaranjado.
  • Para ir com amigos há muitas escolhas para petiscar e partilhar entre todos.

“Muitas vezes dizem-nos que devíamos ter registado o molho, mas ainda bem que não o fizemos, porque assim estamos na história do Porto, o que é uma honra e um orgulho”. Todos os dias, pela manhã, “há mais de cem pessoas que entram pelo restaurante porque fazemos parte dos roteiros turísticos e os guias os trazem aqui”. Diz a lenda que Antônio Passos foi a França e lá conheceu um barman. E graças a este encontro fortuito que a Regaleira entrou para a história da cidade. Na França, Antônio Passos descobriu um dia um barman num hotel, achou-o extraordinário e convidou-o para vir trabalhar com ele. O barman era Daniel David da Silva, um homem que tinha saído de Terras de Bouro à procura de melhor vida.

Esta é, provavelmente, uma das questões mais difíceis de responder. Mesmo assim, assumimos o desafio de preparar este delicioso e indispensável roteiro. O restaurante conta com uma decoração rústica, mas acolhedora e tem capacidade para 120 pessoas. Na carta, a francesinha tem, como é de esperar, especial destaque e encontra três versões. A francesinha normal (13€), com ovo (14€) ou com carne maturada (24€). A origem do nome “Francesinha” é incerta, mas há duas histórias possíveis.

Uma delas é que Daniel David Silva teria afirmado que “a mulher mais picante que conheço é a francesa”, em referência ao molho apimentado que acompanha a Francesinha. A outra teoria é que a inspiração para a criação do prato teria vindo da culinária francesa. Este novo restaurante de francesinhas está instalado no CETO – Clube Escola de Ténis de Oeiras, na Rua José Diogo da Silva, francesinha vegetariana Porto Praia de Santo Amaro, em Oeiras. Aproveite para passar por lá e saborear as especialidades, todos os do meio-dia às 15 horas e das 19 às 23 horas. Espaço bastante aconchegante com decoração simples e de toque minimalista. A francesinha é de facto muito boa, tal como o seu molho.

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